Uma pessoa. O trabalho todo.

Construo tudo eu: o site, a base de dados por trás, e a automação que mantém aquilo a andar. A maioria dos estúdios passa o projeto entre um designer, um programador e alguém que gere a conta. Prefiro ser dono da coisa toda, porque os buracos entre essas pessoas acabam quase sempre por ser problema do cliente.

Quatro áreas, apontadas ao mesmo problema.

A maioria de quem constrói domina uma camada. O que aqui serve é a sobreposição, porque um sistema bem feito e mal explicado falha à mesma.

Design de jogos

Sistemas que não podem só funcionar, têm de dar gosto usar. Ciclos, estados e resposta imediata. É a disciplina por trás das interfaces que as pessoas não detestam.

Desenvolvimento full-stack

Interface, modelo de dados, integrações, publicação. O cano todo, de uma pessoa só, por isso não há a quem atirar culpas nem por quem esperar.

Produto

Saber o que construir e o que cortar. O teu dinheiro vai para as partes que te mudam a semana, não para as que ficam bem numa apresentação.

Comunicação

Dizer a coisa certa à pessoa certa, em português simples. Um sistema que ninguém percebe é um sistema que ninguém usa.

Direto, próximo, de uma ponta à outra.

Sem gestores de conta e sem recados. Falas com quem está a fazer o trabalho, em todos os passos.

  1. 01Perceber o problema a sério

    Falamos sobre o que está mesmo a falhar: as ferramentas desligadas umas das outras, a papelada que te come os serões. Não é uma lista de funcionalidades.

  2. 02Desenhar o sistema, não a página

    Site, base de dados e automação são planeados juntos. O modelo de dados vem primeiro, para não haver nada para aparafusar depois.

  3. 03Construir e ligar tudo eu

    Interface, lógica, integrações e automações, feitos pela mesma cabeça, que é a razão de as peças encaixarem mesmo.

  4. 04Entregar e continuar a acompanhar

    Ficas com um sistema que é teu e que percebes, e com contacto direto com quem o construiu quando for preciso crescer.

Se preferes falar com quem constrói do que com um comercial, damo-nos bem.