Os teus clientes estão espalhados por três sítios.

O WhatsApp, um caderno e uma folha de Excel. Junto tudo num sistema só: o site onde te encontram, a base de dados que se lembra deles, e a automação que dá seguimento enquanto estás a trabalhar.

Disponível para novos projetos

Não está nada avariado. O problema é esse.

Cada coisa funciona. O telemóvel recebe os pedidos. O caderno tem as marcações. O Excel tem os preços. O que não tem dono é o espaço entre eles, e esse espaço passa a ser o teu serão: copiar um nome de um sítio para o outro, lembrar-te de ligar de volta, e descobrir na sexta que o pedido de terça nunca teve resposta.

Um sistema fecha esse espaço. O pedido chega uma vez, e já é ficha de cliente, resposta escrita e hora marcada antes de acabares de o ler.

Quatro partes, construídas como uma coisa só.

Cada parte serve sozinha. A vantagem de virem da mesma pessoa é que foram desenhadas para encaixar antes de qualquer uma ser escrita.

Sites

Um site rápido e bem feito, desenhado e programado em vez de montado a partir de um tema. Abre depressa num telemóvel com má rede, que é onde a maioria das pessoas te vai ver.

Um CRM à medida do teu negócio

Uma base de dados de clientes feita à medida de como trabalhas. Contactos, serviços, orçamentos, histórico e fases, no mesmo sistema do site em vez de numa subscrição à parte onde entras uma vez e nunca mais.

Automação que trata da parte chata

Integrações de IA e de APIs que fazem trabalho a sério: escrever mensagens de seguimento no teu tom, resumir pedidos compridos, encaminhar contactos, e ligar as ferramentas que já pagas.

Marcações que se preenchem sozinhas

Seguimentos, lembretes e marcações automáticas. Chega um pedido, fica registado, fica respondido, e caminha para a tua agenda sem lhe tocares.

Ver tudo em detalhe

Vê um pedido tornar-se numa marcação.

Isto é uma demonstração a funcionar, não é um vídeo. Escreve um nome, envia, e segue-o desde o formulário até à ficha do cliente, à resposta escrita, e à agenda. Não há nada encenado, e nada sai do teu browser.

Oficina Silva, uma semana Novo1 Contactado1 Marcado2 Concluído1 Abrir a demonstração

O que acontece depois de me mandares mensagem.

  1. 01Falamos, e faço perguntas incómodas

    Uma chamada. O que te come mesmo a semana, o que já tentaste, e o que deixavas de fazer amanhã se pudesses. Sais dali a saber se sou a pessoa certa, incluindo quando não sou.

  2. 02Desenho o sistema antes de construir seja o que for

    Que informação tens, quem lhe mexe, e o que tem de acontecer sem ti. É aqui que se decide quase todo o valor, e é o passo que se salta quando o projeto anda de mão em mão.

  3. 03Construo, e vês todas as semanas

    Software a funcionar, não maquetes e relatórios de estado. Usas enquanto está a ser feito, que é quando mudar de ideias ainda sai barato.

  4. 04É teu, e continuo contactável

    Corre nas tuas contas e em teu nome. Recebes tudo documentado ao ponto de outra pessoa conseguir pegar nisto, e tens contacto direto comigo quando for preciso crescer.

Nada se perde pelo caminho, porque não há caminho.

Quem desenha é quem liga os fios

Nada se perde entre um designer, um programador e um gestor de conta, porque não existe espaço nenhum onde cair.

Falas com quem constrói

Sem intermediários e sem recados. Explicas o problema a quem o vai resolver, e tens resposta na mesma conversa.

Pequeno ao ponto de poder dizer que não

Aceito poucos projetos ao mesmo tempo. É isso que me deixa recusar trabalho que não encaixa, que é a única forma honesta de prometer atenção.

Como trabalho

Não tenho logótipos de clientes. Tenho isto.

O Cardinal Studio é recente. Não te vou mostrar uma parede de logótipos emprestados nem inventar um número de clientes satisfeitos. O que te posso mostrar é o que construo quando ninguém me está a pagar.

A demonstração deste site

Um funil de clientes, ficha de contacto, resposta escrita e agenda, tudo a correr no teu browser sem servidor nenhum por trás. É pequeno, mas cada parte faz mesmo o que diz.

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Jarvis

Um assistente por voz que corre no meu computador. Abre aplicações, guarda temporizadores que se anunciam sozinhos, e conduz sessões de programação por mim. Ninguém o encomendou. É assim que aprendo as coisas pelas quais depois me pagam.

As cinco perguntas que toda a gente faz.

Quanto custa?

Depende de quanto do sistema precisas, e estaria a adivinhar se pusesse um número nesta página. O que te garanto é que sais da primeira conversa com um valor a sério, antes de começar qualquer trabalho, e que esse valor não se mexe a não ser que peças coisas novas.

Quanto tempo demora?

Um site com uma base de dados de clientes a funcionar por trás costuma ser umas semanas, não uns meses. A automação entra por camadas depois de o essencial funcionar, para teres coisa útil cedo em vez de tudo no fim.

Já tenho site. Vai tudo para o lixo?

Normalmente não. Se funciona e gostas dele, o sensato é deixá-lo em paz e construir o sistema por trás. Se estiver mesmo a fazer-te perder pedidos, digo-te isso na cara em vez de o reconstruir à socapa.

Fica meu, ou fico a alugar-to?

Fica teu. O código, os dados e as contas ficam em teu nome desde o início. Não há licença que expire nem interruptor que eu possa desligar.

És uma pessoa só. E se não estiveres disponível?

É uma pergunta justa, e a resposta honesta não é que estou sempre disponível. É que tudo corre nas tuas próprias contas e que entrego documentação escrita a pensar em quem nunca viu aquilo, para outro programador conseguir continuar sem mim. É a parte de que ninguém se lembra de perguntar até precisar.

Conta-me como é a tua segunda-feira.

Se envolve escrever o mesmo nome em três sítios diferentes, temos conversa.